
Há dias que nos marcam e dias que sendo iguais a tantos outros esquecemos rapidamente porque não podemos gastar a nossa memória em factos não dignos de recordação...
Há instantes que nos afectam para toda a vida e há instantes que se repetem tanta vez que nos fazem desaparecer por entre as inúmeras terminações nervosas que nos definem... ou não.
Há instantes que nos afectam para toda a vida e há instantes que se repetem tanta vez que nos fazem desaparecer por entre as inúmeras terminações nervosas que nos definem... ou não.
Há conversas definitivas que definem apenas o próximo passo e, há passos que não damos em frente porque é atrás que têm que ser dados.
Há amores, ódios, rancores, mágoas, momentos de felicidade, de emoção e desilusão que nos transformam de alguma forma que não estávamos à espera...
E depois... existe aquela palavra... CRESCER...
Será que o crescimento tem de significar mudança, sofrimento e indiferença? Ou será que crescer significa termos que nos despir de nós próprios em público porque os outros não aguentam uma personalidade inteira?
Há momentos em que temos o coração cheio de discursos que o nó na garganta não deixa trespassar e há alturas em que nos sentimos tão vazios que as palavras assumem o lugar do que tem de emergir.
Mas... a questão é:
O que raio é que isso interessa?